Controle de roedores urbanos nas grandes cidades

Os roedores ao longo dos anos criaram uma incrível habilidade de resistir e se adaptar a diferentes condições de meio sendo sua população determinada pelas condições do ambiente onde vivem. O combate se base ia cada vez mais no conhecimento de sua biologia, de seus hábitos comportamentais, suas habilidades e capacidades físicas. Apóia-se, também, no exame e conhecimento do meio ambiente onde os roedores a serem combatidos estão localizados.

Desta forma é improvável pensarmos em controle de roedores sem pensar em um “manejo integrado”, que prevê um controle do ambiente como agente de diminuição da população de roedores.

Desratização:
É a utilização de processos capazes de produzir a eliminação física dos roedores infestantes. Pode-se utilizar ratoeiras, armadilhas e outros dispositivos de captura, como também processos químicos onde são utilizadas substâncias chamadas de rodenticidas.
Em todo o mundo, o grupo químico mais utilizado são os anticoagulantes por serem muito eficazes a baixo custo, além de possuírem razoáveis margens de segurança e que terão seu efeito somente alguns dias depois da ingestão. Porém, o uso de qualquer produto deve considerar a espécie envolvida e a técnica preconizada pelo fabricante.

Avaliação e monitoramento:
É necessária a avaliação dos resultados com um acompanhamento posterior para evitar seu recrudescimento. São necessárias inspeções periódicas para identificar os sinais clássicos de presença de roedores: materiais roídos, trilhas, manchas de gorduras, fezes, etc.

Leandro Oczkovski

Engenheiro Agrônomo Responsável
CREA/SC 101781-3

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  1. Possuímos vários métodos para o controle dos roedores, cada medida de controle é realizada com base na espécie de roedor a ser controlada (ratazana, rato de telhado ou camundongo), nível de infestação (alta e baixa), local da infestação (hospital, supermercado, residência, paiol, panificadora,etc).

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